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Museus

Museu Calouste Gulbenkian  

Museu Calouste Gulbenkian

Este museu de nível internacional mostra a impressionante colecção de arte de Calouste Gulbenkian, um empresário arménio do sector do petróleo. Após a sua morte toda a colecção foi deixada a Portugal tendo sido criada uma fundação em seu nome. Juntamente com o seu museu foi também construído um centro de arte moderna mostrando obras de artistas portugueses e britânicos, assim como um edifício para a sede da fundação onde se encontra um grande auditório que apresenta uma rica programação de concertos da sua orquestra e coro. O Museu expõe nas suas galerias um conjunto de cerca de mil e quatrocentas peças divididas pelos núcleos de Arte Egípcia, Arte Greco-Romana, Arte da Mesopotâmia, Arte do Oriente Islâmico, Arte Arménia, Arte do Extremo-Oriente, Escultura, Arte do Livro, Pintura, Artes Decorativas e obras de René Lalique. Inseridos no Parque Gulbenkian, espaço privilegiado de contacto com a natureza, encontram-se também o Centro de Arte Moderna e um anfiteatro ao ar livre.

Museu Berardo

A colecção mais importante de arte moderna e contemporânea em Lisboa é também reconhecida como uma das melhores da Europa. Ela pertence a Joe Berardo, o conhecido milionário que iniciou a sua colecção seguindo os conselhos do seu amigo Francisco Capelo que também mostra a sua própria colecção na cidade, no Museu de Design e Moda. A exposição inaugural é constituída por cerca de 400 peças, seleccionadas do acervo da Colecção Berardo e a sua programação será orientada pela rotação dos diversos movimentos artísticos que integram o acervo composto por 862 obras. A exposição permanente do Museu, em conjunto com exposições temporárias, criará uma dinâmica cultural capaz de atrair públicos diversificados e desenvolver hábitos de fruição artística. Museu Colecção Berardo, Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém, Praça do Império (zona Jerónimos/Belém).
  Museu Berardo

Museu de Arte Antiga  

Museu de Arte Antiga

O mais importante de todos os museus nacionais é o Museu de Arte Antiga, situado num palácio do século XVII. As obras mais emblemáticas da sua coleção incluem As Tentações de Santo Antão de Hieronymus Bosch e São Jerónimo de Dürer, mas nenhuma se destaca tanto quanto a obra-prima do século XV atribuída a Nuno Gonçalves, os Painéis de São Vicente. Eles mostram sessenta retratos de várias figuras que se acredita estarem a venerar São Vicente, sendo uma dessas figuras o Infante Dom Henrique no seu retrato mais famoso. Juntamente com a pintura, há também uma coleção de escultura e artes decorativas, em grande parte relacionadas com a época dos Descobrimentos quando Portugal fez os primeiros intercâmbios entre a Europa e a Ásia, África e Américas. Aqui o destaque vai para a Custódia de Belém feita com preciosidades trazidas por Vasco da Gama, assim como para os biombos Nanban que ilustram os portugueses a chegar ao Japão. Após uma visita ao museu não deixe de passar pelo jardim que oferece uma esplanada com vista sobre o rio.

Museu dos Coches

Este museu é uma das atracções mais visitadas de Lisboa e é fácil perceber porquê quando se vê a sua fabulosa colecção, a mais valiosa do género no mundo. A galeria principal, no estilo Luís XVI, é ocupada por duas filas de coches construídos para a realeza portuguesa de enorme riqueza. Os seus luxuosos coches transportaram realeza e nobreza europeia durante séculos, sendo os mais magníficos um que foi usado numa embaixada a Louis XIV de França, outro numa embaixada ao Papa Clemente XI e um terceiro mais recente (do século XIX) que foi usado pela Rainha Isabel II numa visita de estado. O exemplo mais antigo data dos finais do século XVI e é um de dois únicos no mundo que ainda existem desse tempo (o outro encontra-se em Moscovo).
  Museu dos Coches

Museu do Oriente  

Museu do Oriente

Tendo sido a primeira cidade europeia a criar laços culturais e comerciais com grande parte da Ásia, é natural que Lisboa tenha um espaço dedicado à arte e cultura do Oriente, explicando o seu papel nesse canto do mundo. Este museu abriu em 2008 num antigo armazém e apresenta uma importante coleção de peças indo-portuguesas, cerâmicas chinesas, máscaras, pinturas e têxteis. Existem ainda peças hindu e budistas que fazem parte da coleção "Deuses da Ásia" doadas por Kwok On. No restaurante serve-se um menu asiático e, sendo este espaço muito mais do que um museu, realizam-se também eventos especiais relacionados com o oriente.

Museu do Azulejo

O Museu do Azulejo é uma das atracções mais belas e únicas de Lisboa, apresentando a história e a evolução da arte do azulejo num convento do século XVI. Uma visita ao museu inclui uma passagem pela sua magnífica igreja e pequeno claustro, e pelo meio vêem-se azulejos com séculos de história juntamente com criações modernas. A obra mais impressionante é uma composição de 1300 azulejos com 36 metros de comprimento, ilustrando Lisboa antes do terramoto de 1755. A loja apresenta ainda mais azulejos que podem ser adquiridos caso pretenda criar a sua própria colecção enquanto que no restaurante pode sentar-se para uma refeição, naturalmente rodeado de mais curiosos azulejos nas paredes.
  Museu do Azulejo

Museu do Fado  

Museu do Fado

O Museu do Fado oferece uma leitura multidisciplinar da história da canção urbana de Lisboa desde a sua génese até à actualidade. Em exposição o visitante poderá encontrar, a par de uma multiplicidade de objectos ligados à canção de Lisboa (instrumentos musicais, troféus, discos, partituras), o célebre quadro “O Fado”, de José Malhoa (concluído em 1910) bem como obras de Rafael Bordalo Pinheiro, Constantino Fernandes, Cândido da Costa Pinto, Arnaldo Louro de Almeida, João Vieira, Júlio Pomar, entre outros artistas portugueses. Um conjunto de postos de consulta interactiva documentando a história do Fado e a sua estreita relação com a Cidade, possibilitam a consulta das biografias de centenas de personalidades ligadas ao Fado, com possibilidade, ao longo do percurso museológico, de audição de várias dezenas de fados, desde os primórdios da gravação sonora à actualidade.


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