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Um palácio no bairro da Lapa

História
Logo após o terramoto de 1755, o primeiro Barão de Porto Covo, Jacinto Fernandes Bandeira, construiu a sua casa na rua de S. Domingos, começando a construção do bairro da Lapa. A palavra Lapa significa Rocha dos Mouros, tendo como origem o original “Lapa da Moura”.

Aproximadamente 115 anos depois, em 1870, o bem-sucedido Visconde construiu para um dos seus filhos uma linda casa no bairro da Lapa. Muito desapontado porque o seu filho não apreciou a casa, vendeu-a ao Conde de Valenças que, em 1877, decidiu transformá-la num Palácio.


O Conde de Valenças, cujo nome era Luís Leite Pereira Jardim, nascido em Coimbra em 1844, frequentou a faculdade de Direito e concluiu a licenciatura, tendo publicado inúmeros artigos em revistas da especialidade. Em 1877 mudou-se para Lisboa e foi eleito vereador da Câmara de Lisboa onde ajudou a melhorar as escolas e alcançou a realização de todos os projectos propostos.

Em 1887, conseguiu a licença para renovar a casa e transformá-la num lindo palácio. Com a ajuda dos melhores artistas da época, construiu uma torre para que, logo de manhã, pudesse apreciar a vista de Lisboa e do Rio Tejo. A grande área verde nas traseiras foi transformada num belo jardim.

Alguns dos artistas que participaram na decoração do Palácio foram Rafael Bordalo Pinheiro e o seu irmão Columbano. Rafael Bordalo Pinheiro foi um grande ceramista português do século XIX e, a pedido do Conde de Valenças, criou para o Palácio alguns móveis e azulejos da época. Columbano um grande pintor daquela época, mais conhecido como o pintor das almas quebradas, pintou as paredes e tectos da Sala Columbano, que antigamente era o salão de baile do Palácio. Columbano usou para esta pintura o tema “Dançando pelo tempo”.

Muitas das figuras pintadas nas paredes eram aristocratas da época, como o Conde de Arnoso, Visconde de Sacavém e até o filho mais velho do Conde. A Sala Luís XV era o antigo boudoir das senhoras, onde conviviam recatadamente, segundo os costumes da época. No primeiro piso do Palácio, hoje o piso nobre do hotel Lapa Palace, e onde se encontra a Suite Conde de Valenças, situava-se ainda a sala de jantar.

A torre - agora parte do quarto da torre - era o quarto de vestir do Conde. O Palácio era na sua época muito famoso pelo brilho dos eventos sociais que o Conde organizava, reunindo toda a alta sociedade de Lisboa daquela época.

Até 1988 continuou como casa de família, altura em que os herdeiros do Conde venderam o Palácio à família Simões de Almeida, que o transformou num hotel, então designado Hotel da Lapa. O arquitecto responsável pela reconstrução foi Alberto Cruz, um arquitecto com muita experiência profissional na área. Infelizmente, não chegou a completar a obra, devido a falecimento prematuro. O seu filho, Manuel Cruz, ficou responsável pela continuação da mesma. A reconstrução demorou cinco anos, devido a pequenos problemas que surgiram durante a obra. Os arquitectos tiveram como objectivo preservar ao máximo o Palácio original. A antiga sala de armas, hoje com o nome de Sala Belém, ainda conserva o estilo original. Outra razão que causou demora na abertura do hotel foi que, durante as obras, foi encontrado um aqueduto, o que provocou um atraso de vários meses, tendo sido necessário rebaixar o rio vários metros. Hoje, o aqueduto é considerado património histórico. Finalmente, em 1992, o hotel estava pronto para ser aberto ao público.

Durante o processo de renovação do Palácio, os artistas trabalharam com toda a dedicação para manterem os traços originais do mesmo, preservando as características específicas da sociedade portuguesa do século XIX. Os vitrais das Salas Columbano e Eça de Queirós são peças originais do Palácio, bem como os móveis da sala Eça de Queirós, incluindo uma alcatifa com 170 anos.

Em 2002 foi inaugurada uma nova ala, a Villa com 2 suites, 4 júnior suites e 8 quartos, todos com terraço e vista para o jardim.

O Hotel possui hoje três alas distintas, a ala do Palácio, a ala do Jardim e a Villa Lapa com um total de 109 quartos. Os quartos e suites da nova ala foram decorados com tecidos e móveis portugueses e todos eles com uma decoração individual e distinta.

Todos os 21 quartos e a suite do Conde de Valenças no Palácio foram redecorados em 2003 com móveis elaborados no Norte de Portugal em Paços de Ferreira, onde excelentes carpinteiros recriaram os móveis originais de estilo D. João V, D. Maria I e D. José. Todos os quartos e a suite têm estilos diferentes, art Deco, colonial, Algarve e neoclássico.

A suite Conde de Valenças e os cinco quartos localizados no piso nobre foram redecorados com todo o esmero, com lâmpadas, espelhos e móveis recuperados da época original do Palácio. As pétalas com folha de ouro nas paredes da Suite Conde de Valenças (originalmente parte do salão de baile) foram restauradas, em conjunto com os dois enormes espelhos da sala de estar.

Todos os quartos do Palácio têm como elementos decorativos peças de porcelana da Vista Alegre, empresa de cerâmica portuguesa fundada em 1824.






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